A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Elisabete Spinelli, participou da Tribuna Livre na sessão de segunda-feira (19 de março) para falar sobre o imposto sindical, extinto pela reforma trabalhista. Agora, o desconto deixa de ser obrigatório e necessita de aprovação prévia e expressa de cada funcionário.

Ela explicou que existem ações diretas de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter essa questão da extinção do desconto compulsório. “O imposto sindical é o que mantém a sistema confederativo, sendo que 60% do valor recolhido do funcionário é revertido ao sindicato e os 40% restantes são distribuídos entre Central Sindical, Federação, Confederação e Ministério do Trabalho”, exemplificou.

Um salário de R$ 1,8 mil por mês tem R$ 60 de imposto sindical no ano, sendo R$ 36 destinados ao sindicato. “Se forem divididos os R$ 36 por 12 meses do ano, teremos o valor de R$ 3 por mês, que é o que o funcionário paga ao sindicato. É muito importante que cada servidor faça essa análise e veja o quanto é valioso manter nosso sindicato forte e atuante, já que sem ele perdemos força frente aos patrões e lá na frente sofreremos com a retirada de nossos direitos. Faça sua opção com consciência e tenha em mente que sem receita o sindicato não se mantém e pode fechar as portas. Não é só o futuro do sindicato que está em jogo, mas o futuro da representação da força do servidor. A decisão é sua”, alerta Elisabete.

 

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